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TOP MÁQUINA

Eu faço Trail e sou uma Máquina. E isso é Top!

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Antevisão da Taça Ibérica de Trail

por Pedro Caprichoso, em 27.04.15

Sábado passado foi totalmente dedicado à Taça Ibérica de Trail. De manhã, um treino a ritmo confortável. De tarde, a apresentação da prova.

 

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Um pelotão de 11 atletas efectuou os 20km correspondentes à prova intermédia da Taça Ibérica, com destaque para o CEO do Viana Trail e um destemido Pato-Bravo – termo carinhosamente atribuído aos estreantes no Trail – que se infiltrou no nosso grupo à última hora. Embora carregando uma mochila de campismo, o Sô Presidente exibiu-se a alto nível: nas descidas comandava a tropa; nas subidas incentivava os mais lentos por meio insultos, espicaçando-os. Quanto ao Pato-Bravo, este saiu-se melhor do que a encomenda. Surpreendeu-nos logo pela positiva ao levar sapatillhas de estrada para o monte. O objectivo era óbvio: treinar as quedas. Assisti a duas com excelente nota artística. Chegou dorido, mas chegou ao fim. Inteiro. Acho que apanhou o “bichinho”. Refiro-me ao bichinho do Pinheiro, já que uma das quedas resultou num encontro imediato com um Pinheiro.

 

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A apresentação da Taça Ibérica à comunicação social minhota teve lugar na bonita biblioteca de Vila Nova de Cerveira. Só lá faltou a Rádio Geice. Ministrada a três vozes, a cerimónia contou com a presença da Vereadora da Câmara Municipal e da dupla de Presidentes da EDV e Viana Trail.

 

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Cumprido o protocolo e devidas formalidades, a apresentação depressa se transformou numa conversa informal entre os apresentadores e o público. Ricardo Silva apresentou o seu parecer técnico: “É uma prova para se fazer com muita cabecinha”, alertou o vencedor dos Trilhos dos Abutres. Rui Seixo sublinhou a potencialidade da região enquanto destino para a prática do Trail. Paulo Fonseca salientou a necessidade de manter os trilhos transitáveis e devidamente sinalizados. Elói Malheiro transportou-nos pelos 3 percursos disponíveis, realçando a singularidade de uma zona que se distingue da Serra d’Arga pese embora a sua proximidade a esta.

 

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Pedro Caprichoso é que não disse grande coisa, limitando-se a dizer que “a prova apresenta descidas brutais em single-track e subidas de mãos nos joelhos e focinho rente ao chão.” Os queixos da simpática Vereadora bateram no chão assim que a palavra “focinho” lhe chegou aos ouvidos. Ficou-se assim a saber que o Padrinho da prova precisa, urgentemente, de aulas de etiqueta.

 

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Como diz o Alcobia, o traçado da Taça Ibérica destaca-se a nível nacional pela sua diversidade. Nele encontrarão o elevador do Paleozóico, as descidas em single-track dos Abutres e as paisagens arrebatadoras com vista para o mar à la Ultra Trail de Sesimbra. Embora nunca se atinjam altitudes muito elevadas, o que distingue esta prova, a meu ver, é a forma como as subidas rasgam a montanha. A procura constante do percurso mais curto entre a base e o topo de um pico remete-nos para as provas de SkyRunning. Não surpreende, por isso, que o percurso dos 20km apresente 1.500m D+ e o dos 50km mais de 3.000m D+. Basta dizer que os primeiros 9km têm quase 1.000m D+. As descidas, no entanto, apresentam inclinações menos acentuadas, porém bastante técnicas. Eis a primeira subida a sério do dia com 400m D+:

 

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Vem a Cerveira no dia 10 e não te arrependerás.

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