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TOP MÁQUINA

Eu faço Trail e sou uma Máquina. E isso é Top!

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Eu faço Trail e sou uma Máquina. E isso é Top!

Luís Duarte – «O BOMBARDEIRO»

por Pedro Caprichoso, em 18.03.15

Os Tool são o meu conjunto musical favorito. Tirando o Ricardo Silva, que é um roqueiro de mão-cheia, andei a cuscar o perfil de facebook dos fãs do TopMáquina e cheguei à conclusão de que vocês preferem Forró e Kizomba. Azar. Pois agora vão ter de mamar com a bucha e levar com 5 minutos de Metal, que é para acordarem para a vida:

 

 

Após visualizar uma das melhores cantigas de sempre de todos os tempos, o leitor está mortinho para saber como raio eu vou fazer a ligação entre os Tool e Luís Duarte – o Bombardeiro. Fácil. Os Tool são um conjunto que, em 25 anos de carreira, apenas lançaram 4 álbuns e 1 EP. Da mesma forma, o Luís Duarte é um tipo que só se lança em competição entre 3 a 4 vezes por ano. Gosto disso. Gosto do facto de haver quem aparece de vez em quando só para mostrar aos outros como é que se faz.

 

Os Tool submergem quando o Rei faz anos para mostrar aos Limp Bizkits deste mundo como é que se faz. O mesmo se passa com o Luís: no ano passado ganhou a Freita e o UTAX e isso chegou para se (re)afirmar como um dos melhores atletas de Trail a nível nacional. Ao contrário de nós, o Luís não precisa de fazer provas todos os fins-de-semana para se sentir validado. Isto tem um nome: classe. Também pode ser que ele não compete mais por motivos profissionais. Que seja. Não me interessa. É classe à mesma, pois não o vejo queixar-se por causa disso.

 

Tudo isto a propósito do acidente que o Luís sofreu, ontem, quando efectuava uma missão da NATO. Segundo o Correio da Manhã, o seu F16 despenhou-se no Afeganistão, na região montanhosa de Tora Bora, controlada pelos Talibãs.

 

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 [Imagem rara de Bin Laden na região montanhosa de Tora Bora]

 

O Luís conseguiu-se felizmente injectar a tempo e escapou aos terroristas. Dado o seu apetite por reféns estrangeiros, os terroristas puseram-se no encalço do Luís assim que o F16 se despenhou. Mas não tiveram hipótese. O Luís meteu-se no meio do monte e, em menos de 12 horas, atingiu a fronteira com o Paquistão após 85km e 6000m D+. De botas.

 

Só mais uma coisa: quer-me parecer que o diâmetro de uma das coxas do Luís é maior do que o diâmetro da minha cintura. A este nível só o Pedro Rodrigues e o Luís Mota lhe conseguem fazer concorrência. Se eu levasse com um presunto daqueles nas trombas, podem ter a certeza que ia desta para melhor. Limpinho, limpinho. Agora imaginem que o homem da marreta usava um presunto daqueles para nos arrear nos cornos. Estávamos bem lixados. Aí estávamos, estávamos.

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