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“Movimento Machista” Luta Contra Discriminação de Género no Trail

por Pedro Caprichoso, em 15.12.15

Apresento-me como o rosto de um novo movimento nas redes sociais, que visa a igualdade de género nas provas. Ainda que de forma marginal, o “grunho do macho latino” já ecoa no submundo do Trail Nacional.

 

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O meu “grunho” soltou-se por verificar que o número de machos latinos a participar em provas de Trail aumentou substancialmente nos últimos anos. No entanto, pese embora o referido aumento, o macho latino continua a ser descriminado pelas Organizações.

 

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As Organizações impõem regras cada vez mais feministas e nós, enquanto machos latinos, não podemos simplesmente meter o rabinho entre as pernas, anuir em consonância e ficar calados. Era o que faltava! Há regulamentos que impõem a utilização de camisolas térmicas de gola alta, impedindo que o macho exiba a sua farfalheira peitoral. Outros penalizam o porte de cordões de ouro, pulseiras anti-stress e unhacas com mais de 5cm de comprimento, com o argumento de que tais elementos colocam em perigo a integridade física dos atletas. Outros vão ainda mais longe e proíbem a utilização de pochetes, coagindo os machos latinos a correrem, obrigatoriamente, com um “sistema de hidratação com capacidade para 1litro”.

 

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Como se não bastasse, querem-nos ainda tirar a essência daquilo que nos faz ser machos. Se já não se podia atirar lixo para o chão, agora também não se pode arrotar, arrear o calhau no meio do trilho ou coçar a tomateira. As Organizações precisam de perceber que as pessoas são diferentes e que há que respeitar essa diferença. Exemplo: os rabetas usam cremes antifricção; os machos coçam a tomateira com a unhaca. Todos diferentes, todos iguais.

 

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Estou a tentar encabeçar um movimento machista e é com satisfação que recebo mensagens de atletas machistas que já começaram a tomar uma posição. Alguns deles, inclusive, já não se inscrevem em provas onde não há minis nos abastecimentos ou gajas com mamas grandes nos pontos de controlo. Outros, em protesto, agrafam o dorsal aos mamilos e correm em tronco nu. Estas são apenas algumas das formas de protesto que temos realizado no sentido de consciencializar a opinião pública para este drama.

 

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A solução passa por haver uma maior união entre os machos. Maior mas não demais, pois a união em excesso pode levar a actividades abichanadas e nós não gostamos disso.

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