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TOP MÁQUINA

Eu faço Trail e sou uma Máquina. E isso é Top!

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Eu faço Trail e sou uma Máquina. E isso é Top!

O Segredo do TOPMÁQUINA

por Pedro Caprichoso, em 20.07.15

Todos sabemos a importância do cross-training no Trail Running. O Trail Running é um desporto bué impactante a nível muscular, articular e genital – e a prática de outras modalidades minimiza essa moléstia. Uns fazem ciclismo. Outros fazem ginásio. Outros fazem natação. Outros dão porrada nos filhos. Outros levam porrada dos filhos. Outros fazem sexo tântrico com a patroa. Eu jogo basquetebol.

 

 

Pode não parecer à primeira vista, mas o Basquetebol é o complemento perfeito ao Trail Running. São 3 as razões que me levaram a introduzir o Basquetebol no meu plano de treinos. A saber:

 

I

Os exercícios com bola são ideias para simular as mudanças de direcção tão características do Trail Running. Aprimoramos a nossa capacidade motora para melhor contornar obstáculos, tais como calhaus, pinheiros e aquela nhaca esverdeada que encontramos nas pedras à passagem dos cursos de água. Dizem que é musgo. Para mim é ranheta de peixe.

 

II

Os dribles, fintas e simulações do Basquetebol servem de treino para colocar os nossos adversários em apuros.

 

Exemplo 1: nos single-tracks, quando me deparo com um morcão que se recusa a ceder-me a passagem, simulo que vou pela direita e ultrapasso-o pela esquerda. Se for bem feito, dá tempo para aplicar-lhe um valente ‘calduço’ no cachaço. É para aprenderem.

 

Exemplo 2: quando sinto que estou a ser perseguido e os meus adversários já vêm na mama há muito tempo, escolho um obstáculo, vou direito a ele, desvio-me no último instante, os “anjinhos” saem do trilho, despistam-se e ficam fora de combate. Esta artimanha tem especial piada quando se trata de um buraco. Olho para trás e vejo-os mergulharem de cabeça. Parece um desenho animado.

 

Pequeno aparte: nunca percebi essa coisa de avisar os atletas que nos perseguem dos obstáculos que se aproximam. Para quê? Em que é que isso vos beneficia? Eu nunca aviso. Quer dizer, aviso mas é só para induzi-los em erro. Do tipo: digo “cuidado com a cabeça” quando estamos a ir direitos a um buraco; e digo “cuidado com o buraco” quando estamos a passar por uma zona de ramos baixos. Olho para trás e vejo-os levarem com os ramos na tola. Escangalho-me a rir só de pensar nisso.

 

 

III

 

O facto de saber encestar não é muito relevante no Trail Running. No entanto, dá sempre jeito quando um gajo se esquece de deixar o lixo nos abastecimentos e, à passagem por um carro com as janelas abertas, lançamos uma embalagem vazia de gel da linha dos 3 pontos. Não pensem que eu sou um badalhoco sem escrúpulos. Eu só faço isto com os carros mal-estacionados.

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