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TOP MÁQUINA

Eu faço Trail e sou uma Máquina. E isso é Top!

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TraiLoveMatch

por Pedro Caprichoso, em 07.06.16

O MIUT 2016 teve o condão de pôr a nu duas realidades distintas. A primeira é positiva: o MIUT foi um sucesso organizativo, colocando Portugal na rota do Trail Mundial. A segunda é negativa: os atletas nacionais ainda estão longe da elite mundial. Nesse sentido, de maneira a corrigir a segunda, venho por este meio oferecer uma sugestão de maneira a elevar o nível do atleta tuga e garantir o futuro competitivo do Trail Nacional. Não podemos esperar que o próximo Carlos Sá apareça como o original. Isto é, do nada. Temos de pensar a longo prazo e começar a implementar medidas no sentido de potenciar o aparecimento de novos valores. Os românticos acreditam que os grandes atletas fazem-se com treino. É falso. O treino é importante, mas a componente principal é genética. Pode-se treinar mais e melhor, que sem genética não se vai a lado nenhum. Essa é a crua realidade.

 

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Posto isto, proponho a criação de um site de encontros online para que os melhores atletas nacionais procriem uns com os outros e “produzam” os próximos Carlos Sás. A plataforma informática chamar-se-ia “TraiLoveMatch” e estaria sobre a alçada da ATRP, funcionando como uma espécie de agência matrimonial. É claro que a plataforma só estaria acessível a atletas descomprometidos. Não queremos estragar os “arranjinhos” que já existem no pelotão nacional, embora ande por aí muito casal que ainda não procriou—e já o devia ter feito. Eu e a Analice também estamos em falta, mas andamos a fazer por isso. Treze vezes por semana.

 

Para além do site, atrevo-me a enumerar mais algumas medidas de apoio à natalidade no âmbito do Trail Nacional.

  1. Disponibilização de babysitters em provas dos Campeonatos Nacionais;
  2. Vales de desconto em lojas de desporto para famílias numerosas em que ambos os progenitores são atletas;
  3. Deduções à colecta de despesas de psicotrópicos por parte dos avós que tomam conta dos piralhos enquanto os pais destes estão a treinar / competir.
  4. Introdução de novas categorias (à semelhança dos escalões etários) tendo por base o número de filhos: F1, F2, F3, F4, etc.
  5. Em vez de cabazes com produtos regionais, ofertar produtos para lactantes (fraldas, toalhitas, pó de talco, papa, leite de transição e bomba tira-leite) como prémios de pódio.
  6. Introdução, por parte da Prozis, de uma linha de suplementação para recém-nascidos;
  7. 50 pontos de bónus no Campeonato Nacional por cada filho nascido no ano correspondente;
  8. Ensino gratuito na Escola Abutrica para todos os filhos de atletas de elite;
  9. Inclusão da vacina de “pé de atleta” no plano nacional de vacinação, tornando-a assim gratuita.
  10. Agravar as consequências para as equipas que não cumpram as leis já existentes sobre protecção de atletas grávidas, passando a contra-ordenação de leve para grave; e impedindo as equipas, que tenham sido condenadas por despedimento ilegal de grávidas, de virem a receber quaisquer subsídios ou subvenções da ATRP.

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